BLOQUEIO NOS ESTUDOS?


Todos já sofremos um bloqueio emocional em algum momento. Essa sensação que sentimos de que temos uma barreira que nos impede de enfrentar novos desafios. A insegurança é uma das manifestações mais evidentes de que estamos diante de um bloqueio que está nos retardando no cumprimento dos nossos objetivos.

Imagine que você esta preso em um quarto, mas de repente se vê impossível de sair.  Assim é um bloqueio emocional.

Afinal o que é um bloqueio emocional?


O bloqueio emocional é uma espécie de barreira psicológica, um mecanismo de defesa que pode ser inconsciente e que nos impede de interpretar  alguns aspectos da vida a nosso favor.

Essa barreira tem a capacidade de bloquear a nossa chegada às metas que acreditamos ser a fonte da felicidade.


Quando não consegue cuidar dos sentimentos de insegurança, o seu corpo contrai, o sistema nervoso fica alterado, as hormonas do stress entram em serviço, a sua cabeça entra em espiral e tudo o que deseja é sair deste estado emocional.


Porque sofremos com bloqueio emocional?  


Muitos dos bloqueios emocionais têm a ver com a nossa autoestima ou com experiências que nos fazem agir de uma determinada maneira. Isto é, suponha que você tenha passado por relacionamentos amorosos tempestivos. Isto desencadeou uma série de atitudes com relação às pessoas que você gosta:  agora você desconfia, se sente pouco seguro e sente medo de sofrer novamente.


O medo e a falta de segurança em nós mesmos, nas nossas próprias capacidades, pode desencadear um bloqueio emocional do qual não sabemos sair. Desta forma, começaremos a sentir vergonha para falar em público, um grande medo da rejeição, o pessimismo tomará conta de nós, vivenciaremos a inveja e os ciúmes.


Suponha que você se sente muito inseguro no seu trabalho, o seu bloqueio emocional o impede de alcançar seus objetivos, mas alguma coisa no seu entorno está favorecendo isto. Possivelmente a concorrência entre os funcionários pode ser uma destas causas. O fato de você ser avaliado constantemente ou de terem chamado a sua atenção recentemente também podem ser causas que acentuam esse bloqueio.


Pesadelo dos concurseiros 


Um dos maiores pesadelos para os concurseiros é estudar e não ver o estudo render. O que poucos sabem é que bloqueios de aprendizagem são muito comuns e não recebem a atenção necessária para evitar que provoquem estragos. Saber identificar o que está acontecendo é o primeiro passo para superar as limitações.


O principal bloqueio é não saber como estudar, no fundo, a pessoa sabe que vai sentar ali e render muito pouco. Aí o cérebro se rebela contra esse gasto de energia aparentemente inútil, porque não gera resultados compatíveis com o esforço feito”.


Não entender a matéria e enrolar para estudar são dois dos principais indícios de que há obstáculos de aprendizagem. “Se a pessoa está realmente estudando, investindo todo esforço e tempo que pode e não obtém os resultados desejados, não consegue ver progresso na sua compreensão das matérias, isso é sinal de que ela não está estudando corretamente”, detalha a professora.


Dicas para melhorar seu rendimento:


Dica um – Estudar como adulto


Usar apenas as técnicas da época da escola podem não funcionar. “O cérebro da criança está em desenvolvimento e, portanto, em geral, tem mais flexibilidade e velocidade para aprender. Uma segunda diferença importante é que o adulto é muito mais orientado a objetivos”.


Os adultos também precisam ver um propósito claro para se motivar, do contrário, surgem as resistências. Em contrapartida, há algumas vantagens, como ter o cérebro totalmente desenvolvido e há conhecimentos acumulados. “Quanto mais se sabe, mais fácil fica aprender”, conta a ex-professora.


Dica dois – Aprender técnicas de aprendizagem


A orientação é conhecer e experimentar várias técnicas de aprendizagem para encontrar as mais adequadas, algo individual. “Quando se tem pouco conteúdo e muito tempo, qualquer coisa ‘meio que’ dá certo, até estudar na véspera. Mas quando se tem que estudar muitas coisas e ainda está em competição com outras pessoas é quando se precisa muito da Ciência para ajudar o cérebro para ter o melhor desempenho”.


Dica três – Vencer “traumas”


“O ideal é voltar bem lá atrás e ir lidando com a disciplina aos poucos. Um exemplo, é o trauma comum com matemática. Para superar, a pessoa pode começar com atividades do ensino fundamental e fazer alguns exercícios por dia. Ser paciente é importante. Se precisar repetir várias vezes até acertar, tudo bem”, conta.


Dica quatro – Ampliar as leituras ficcionais


A leitura é fundamental e “deveria ser tão habitual quanto escovar os dentes”. Segundo a especialista, há pesquisas que mostram que bons leitores se saem melhor até em provas de matemática. Nos concursos, podem ser beneficiados nas questões de raciocínio lógico.

Os motivos são explicáveis: “A leitura, especialmente de ficção, desenvolve o raciocínio, a concentração e a imaginação, o que aumenta a capacidade de lidar com conceitos abstratos”, afirma.

Por essas razões, ela recomenda que tenha a leitura como uma das sus atividades de lazer, escolhendo um tema que seja agradável. “Se gosta de terror, leia histórias de terror. Se gosta de fantasia, leia Harry Potter. E assim por diante”, detalha.


Dica cinco – Aprenda a monitorar a autocobrança


Em doses saudáveis, a autocobrança é um fator de motivação. Entretanto, se provocar sofrimento e ansiedade, a capacidade de aprender e memorizar fica muito comprometida.

“A ansiedade é um grande problema para quem estuda, porque bloqueia o funcionamento das funções superiores do cérebro”, lamenta a especialista. “É um sinal de perigo iminente para o cérebro e, se a pessoa se sente em perigo, ela só pensa em fugir. Não vai conseguir ficar sentada no mesmo lugar e esquecer do mundo a sua volta para se concentrar nos estudos”, completa.  



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